05.03.2019 | 18h31

Com queda na arrecadação, Fiesp recorre a ‘coworking’

A Fiesp recebeu R$ 3,4 milhões de sua cota da contribuição sindical, em comparação a R$ 16,9 milhões em 2017. “Apesar de sermos a favor do fim da obrigatoriedade, a queda teve impacto expressivo em nossa receita”, diz Luciana Freire, diretora executiva jurídica da Fiesp, ao Estadão. “Para superar isso, temos de nos reinventar com novos serviços e redução de custos.”

Um novo serviço que a entidade vai oferecer a partir de abril no imponente prédio na Avenida Paulista será o de coworking (espaço de escritórios compartilhados). Um dos 16 andares do imóvel foi reformado para receber até 30 sindicatos que queiram compartilhar o espaço para atendimento a associados e prestação de serviços.


Mais conteúdo sobre:

fiesp
VOLTAR PARA O ESTADÃO