29.08.2018 | 19h36

Ciro diz que CNA hoje é ‘fascista, antipovo’

Ciro Gomes quer os votos do agronegócio, mas não quer papo com a CNA. O pedetista, que tem como vice a ex-presidente da confederação Kátia Abreu, explicou sem papas na língua porque não esteve na sabatina promovida pela entidade nesta quarta-feira, 29: “Essa direção que está ali (na CNA) é uma direção com a qual não quero conviver porque representa uma coisa muito atrasada, fascista, antipovo. E eu represento o oposto. Ninguém pode servir a dois senhores”, disse. Kátia Abreu considera hoje a CNA, sob gestão de João Martins, como “território hostil”.

 


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