20.02.2019 | 18h53

Caso de empresária espancada vira debate sobre armas

O caso da empresária Elaine Caparróz, espancada em seu apartamento após jantar com Vinícius Serra, virou motivo de discussão sobre a flexibilização da posse de armas de fogo. O filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos, usou o crime para defender as medidas propostas pelo governo de seu pai. “Se esta senhora tivesse como se defender, e fosse de sua vontade, uma arma de fogo legal resolveria justamente este absurdo. A defesa pessoal dentro de sua casa tem que ser prioridade urgente do Congresso Nacional”, disse.


Foi rebatido pelo deputado David Miranda, substituto de Jean Wyllys na Câmara. Ele relembrou que o próprio Jair Bolsonaro já foi assaltado e mesmo armado não teve como se defender. “Carlos, pelo amor de Deus, seu pai, um militar, treinado e acordado, foi assaltado e entregou a arma e a motocicleta para o assaltante, por que essa mulher dormindo conseguiria se defender?”.

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