15.03.2018 | 08h11

Cármen quis evitar pressão sobre o STF, e ela só se multiplica

As fotos que estampam nos jornais desta quinta o encontro de Cármen Lúcia com o ex-ministro do STF  Sepúlveda Pertence e uma romaria de parlamentares do PT traduzem seu pior pesadelo: a presidente da corte acuada e pressionada para colocar em pauta a questão sobre prisão após condenação em segunda instância ou os habeas corpus do ex-presidente Lula.

Ela bateu o pé e disse que não levará nenhuma das ações que discutem o mérito da prisão ou não, mas não deixou claro o que fará em relação aos habeas corpus de Lula. E ainda tratou de dividir a bucha com Edson Fachin: bastaria que ele levasse “em mesa” um desses pedidos. Como se ela não tivesse pedido ao ministro que não o fizesse. /V.M.


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