23.03.2018 | 08h28

Cármen: Lula não pode ser privilegiado nem prejudicado

A ministra Cármen Lúcia concedeu a primeira entrevista depois do adiamento do julgamento do habeas corpus de Lula nesta quinta-feira e atribuiu à “incapacidade física” dos ministros, caso a sessão se estendesse, o adiamento da decisão para 4 de abril. Ela negou que o HC de Lula tenha passado à frente na fila e atribuiu a decisão de pautá-lo à urgência do caso –o que é contraditório com o adiamento. Ela afirmou que Lula não pode ser nem prejudicado nem privilegiado pela Justiça.

Na entrevista, concedida a Augusto Nunes para a rádio Jovem Pan, Cármen admitiu que existem pressões sobre a corte, afirmou que não se abala com elas e citou Carlos Drummond de Andrade: “Meu nome é tumulto. E ele está escrito na pedra”.


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