31.05.2018 | 08h56

Cármen Lúcia embaralha cartas

A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, condenou recentemente vozes em defesa de intervenção militar no País castigado pela crise dos caminhoneiros, mas chamou atenção que, um dia antes, ela tenha pautado ação que questiona se o Congresso pode instituir o parlamentarismo por meio de uma PEC.

“Ao marcar o julgamento de uma ação que adormece na Corte desde 1997, a ministra abriu caminho a uma mudança de regime sem consulta popular. Isso não seria uma intervenção militar, mas também teria cheiro de golpe”, afirma o colunista Bernardo Mello Franco em O Globo nesta quinta, 31.


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