15.03.2019 | 10h53

Carlos Fernando: ‘Só a poesia para me acalmar’

Embora não faça mais parte da força-tarefa da Lava Jato porque se aposenta, o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima foi econômico na reação à decisão do STF de permitir que a Justiça Eleitoral cuide de casos de corrupção de políticos que envolvam caixa 2. “Desculpem, mas hoje só me resta a poesia para acalmar minha indignação”, escreveu ele no final da noite de sexta, 14, em seu perfil de rede social.

Nesta semana, o procurador viu outro pleito seu ser derrotado com a suspensão dos trâmites de criação da fundação que iria gerir recursos oriundos de multa de R$ 2,5 bilhões paga pela Petrobrás em ação nos Estados Unidos. Dias antes, ele escrevera que as críticas à constituição da fundação vinham de quem ou leu e não entendeu as tratativas ou de quem leu, entendeu e as combate por “má-fé”.


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