14.03.2019 | 07h51

Cargos no MEC para acalmar a base

A disputa interna por poder no Ministério da Educação passou a ser vista no governo como uma oportunidade de oferecer cargos na pasta para políticos e, assim, tentar acalmar a base aliada para a votação da reforma da Previdência. O Estadão relata que a ideia partiu do titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que passou a acenar a parlamentares com a indicação para postos no MEC diante de movimentos como o da bancada evangélica, um dos principais pilares da eleição de Jair Bolsonaro e que ameaça divulgar nos próximos dias um manifesto de “independência” em relação ao governo.


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