24.11.2018 | 19h58

Carceragem da PF sem colchões

A carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Paraná não tem colchões nem celas para acomodar todos os presos da 56ª fase da Lava Jato, que teve como alvos dirigentes do PT, ex-executivos do fundo de pensão da Petrobras e funcionários da OAS. Segundo reportagem da Folha, advogados estão levando colchões, roupas de cama, travesseiros e toalhas para clientes. Nos fins de semana não é permitida entrada de material de fora para os presos, mas a direção da PF abriu exceção neste sábado, 24.

Ao todo, foram emitidos 22 mandados de prisão por desvios na construção da sede da Petrobras na Bahia, conhecida como Torre Pituba. O custo estimado do projeto foi de R$ 1,3 bilhão, dos quais pelo menos R$ 68 milhões foram desviados em pagamento de propina, de acordo com o Ministério Público Federal. / J.F.

 


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