29.10.2018 | 13h35

A ‘resistência’ de Boulos contra Bolsonaro

O líder do MTST e ex-presidenciável pelo PSOL, Guilherme Boulos, não é bom de voto. Conseguiu apenas 617 mil votos no primeiro turno das eleições (0,58% do total). Mas, ao que parece, pretende se colocar como uma espécie de “juiz supremo” da vontade popular. Logo depois de o TSE anunciar a vitória de Jair Bolsonaro, Boulos deu sinais de que não está disposto a respeitar o resultado das urnas e pretende alavancar uma espécie de terceiro turno do pleito, com apoio dos que perderam a disputa.


Num vídeo divulgado nas redes sociais na noite do próprio domingo, 28, Boulos convoca uma espécie de “guerra santa” contra Bolsonaro. “Já nos próximos dias nós vamos contribuir para impulsionar uma frente ampla pela democracia no Brasil, com todos aqueles que neste segundo turno souberam se colocar do lado certo da história”, afirma Boulos, que se considera um democrata exemplar. “É importante que se diga e se afirme: vai ter resistência. Entre a prisão é o exílio, nós escolhemos as ruas.” / José Fucs

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