14.03.2019 | 11h51

Bolsonaro preso a discurso

O colunista Bruno Boghossian aponta que a defesa enfática da flexibilização do porte de armas tornou o presidente prisioneiro do discurso de campanha. Mesmo comovido com a tragédia na escola em Suzano (SP), “o presidente levou seis horas para se manifestar. Bolsonaro acertou no tom, mas provou mais uma vez que a retórica de campanha é uma bola de ferro presa a seus pés”, escreveu na Folha.

O presidente parece ter medo da exploração política do ataque, praticado com uma arma. Por isso foi “capturado” quando, como líder, deveria ter o papel de oferecer solidariedade, rumos e soluções para o País.


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