21.03.2018 | 09h22

O teflon de Temer

Diz-se que um político é revestido de teflon quando as piores acusações deslizam sem grudar em sua imagem. Em sua coluna na Folha, Bruno Boghossian diz que o revestimento de Michel Temer é o oposto: as acusações ficam incrustadas no presidente, levando sua popularidade a magros 6%, enquanto as boas realizações de seu governo deslizam água abaixo e não o favorecem.

“As marcas deixadas pelo impeachment de Dilma e por acusações de corrupção foram tão profundas que podem ter transformado o presidente em um candidato inviável. É improvável que seus marqueteiros consigam convencer os eleitores nos próximos meses de que Temer não é Temer. Quando agosto chegar, seus aliados deslizarão em busca de outro candidato a que possam se grudar.”


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