02.11.2018 | 12h04

Boff não é Ciro

Ciro Gomes chamou recentemente o teólogo Leonardo Boff de “bosta” e “bajulador”. O intelectual, agora, responde que prefere exercitar a misericórdia, além de considerar o ex-presidenciável “uma das maiores e imprescindíveis lideranças do Brasil”.

“Minha posição é dos filósofos, dentre os quais me conto: nem rir nem chorar, procurar entender. Entendo seu excesso a partir de seu caráter iracundo, embora na entrevista afirma que “tem sobriedade e modéstia”. Sigo a sentença dos mestres espirituais: “se não entender o que alguém diz a seu respeito tenha pelo menos misericórdia”, virtude central do cristianismo assumida, decididamente, pelo Papa Francisco. Procuro viver essa virtude”, afirmou à Folha.


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