09.03.2019 | 16h40

BB diz que curso fomenta ‘guerra cultural’

Após o presidente Jair Bolsonaro pedir a extinção do curso de diversidade e assédio sexual e moral a funcionários do Banco do Brasil, alegando que o tema deveria ser tratado pela pasta da Educação, o presidente da instituição, Rubem Novaes, afirmou ao O Globo que “conceitos nobres, como o da diversidade, foram capturados com fins político ideológicos, pela esquerda mais radical, para fomentar o que chamam de “guerra cultural””.

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, 7, Bolsonaro confundiu a finalidade do curso: disse que era pré-requisito para ingresso no banco, mas trata-se de um curso de formação da instituição que soma pontos para promoções futuras.


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