16.10.2018 | 17h24

Até Ku Klux Kan no debate eleitoral

Pode parecer estranho, mas até a Ku Klux Kan, organização racista americana que atuava na clandestinidade no Sul dos Estados Unidos, entrou no debate eleitoral no Brasil. A KKK ganhou visibilidade na campanha a partir de um comentário sobre Bolsonaro feito pelo historiador David Duke, ex-integrante do grupo, ao repórter da BBC Brasil em Washington (EUA), Ricardo Senra. “Ele soa como nós. E também é um candidato muito forte. É um nacionalista”, afirmou.

Diante da declaração de Duke, o petista Fernando Haddad usou as redes sociais para tentar associar Bolsonaro à KKK. “Meu adversário está compondo com aliados e somando forças. Hoje ele recebeu o apoio da Ku Klux Kan”, disse. Bolsonaro rebateu prontamente: “Recuso qualquer tipo de apoio vindo de grupos supremacistas”, afirmou. “Explorar isso para influenciar uma eleição no Brasil é uma grande burrice! É desconhecer o povo brasileiro, que é miscigenado.” / J.F.


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