28.11.2018 | 07h17

Araújo quer ‘libertar o Itamaraty’ do marxismo

O futuro ministro das Relações Exteriores do governo Bolsonaro, Ernesto Araújo, deixou claro, para quem ainda tinha dúvida, a intenção de promover uma guinada radical na política externa do País. “Você, leitor, diz que quer acabar com a ideologia em política externa? Eu também quero. Essa é a principal missão que o presidente Bolsonaro me confiou: ‘libertar o Itamaraty'”, afirmou Ernesto, em artigo publicado na segunda-feira, 26, no jornal Gazeta do Povo, compartilhado por ele no Twitter.

As coisas que eu critico, critico-as porque sei que são parte e continuação da ideologia que você diz repudiar. O alarmismo climático, o terceiro-mundismo automático e outros arranjos falsamente anti-hegemônicos, a adesão às pautas abortistas e anticristãs nos foros multilaterais, a destruição da identidade dos povos por meio da imigração ilimitada, a transferência brutal de poder econômico em favor de países não democráticos e marxistas, a suavização no tratamento dado à ditadura venezuelana, tudo isso são elementos da “ideologia do PT”, ou seja, do marxismo, que ainda estão muito presentes no Itamaraty.” /  J.F.


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