13.03.2019 | 16h21

Após ato no Guanabara do caso Marielle, Witzel lamenta ‘críticas’

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), lamentou nesta tarde de quarta, 13, pelo Twitter, as críticas que recebeu por, segundo ele, “ter atuado na prisão dos suspeitos da morte de Marielle Franco e Anderson Gomes”. Ontem, pela primeira vez desde a data dos dois assassinatos, em 14 de março de 2018, o Palácio da Guanabara, sede do Executivo estadual, sediou uma coletiva sobre as duas execuções de repercussão internacional. O Ministério Público do Rio de Janeiro, que atua nas investigações, preferiu não participar do encontro e organizou uma coletiva própria com as promotoras Letícia Emile Alqueres Petriz e Simone Sibilio do Nascimento, em outro lugar.


Na ocasião, Witzel elogiou o trabalho do delegado Giniton Lages. As duas promotoras divergem da linha de investigação inicialmente desenvolvida pelo chefe da Delegacia de Homicídios do Rio, que foi citado em depoimento de um dos acusados pelos assassinatos ao Ministério Público Federal. Witzel, cabe lembrar, participou de um ato de campanha, no ano passado, ao lado de dois candidatos a deputado que se vangloriavam de terem quebrado uma placa em homenagem à vereadora assassinada. O governador, nessa ocasião, deu declaração de apoio ao ato ofensivo.

 

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