08.02.2019 | 09h38

Anormalidade foi detectada 15 dias antes de tragédia

O geólogo da Vale Cesar Augusto Paulino Grandchamp admitiu em depoimento à PF que recebeu no dia 10 de janeiro um e-mail que demonstrava anormalidade na leitura de um equipamento que mede a pressão nas barragens de rejeitos, da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho. O rompimento da estrutura aconteceu 15 dias depois. De acordo com o geólogo, não é “normal” que até o dia 25 de janeiro, quando ocorreu a tragédia, nenhuma providência tenha sido tomada pela Vale.

Grandchamp foi um dos três funcionários da mineradora presos na semana passada no âmbito da investigação que apura os culpados pelo rompimento da barragem de Brumadinho. Ele foi solto na quinta-feira, 7, dois dias após decisão do STJ, informou o Globo.


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