31.10.2018 | 14h56

Ajuste, reforma e reservas

“Evidentemente, sair vendendo reservas antes de consertar os graves problemas fiscais que tem o Brasil seria medida absolutamente inconsequente, sobretudo tendo em vista o ambiente externo menos favorável para mercados emergentes e a crise que se abateu sobre a vizinha Argentina”, escreveu Monica De Bolle no Estadão.

Para a colunista, a colocar a discussão sobre a venda das reservas pode ser feita, mas só depois de ter sido feito um ajuste fiscal e a reforma da Previdência. Antes disso, não é adequado nem prioritário.


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