30.10.2018 | 11h13

Agenda social se impõe

Várias prioridades econômicas se impõem ao novo presidente, mas é preciso não desgrudar o olho da população descontente com serviços de políticas públicas essenciais à sobrevivência de futuras gerações, escreve a economista Ana Carla Abrão, no Estadão.

“Boa parte dos cidadãos que foram às urnas no domingo não tem acesso a esgoto tratado, não consegue colocar os filhos pequenos numa creche e fica horas nas filas de oferta de emprego, na esperança de finalmente voltar a ter uma renda estável. Essas pessoas, que representam a grande maioria dos brasileiros, não sabem bem em que optaram ao definir seu voto, mas sabem o que sofrem e o que lhes falta, diariamente”, afirma a sócia da consultoria Oliver Wyman.


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