19.09.2018 | 23h02

Adélio na Câmara foi ‘engano’

A Polícia Legislativa foi rápida em resolver a misteriosa presença de Adélio Bispo, o agressor de Jair Bolsonaro, registrada na Câmara no mesmo dia em que o deputado sofreu o atentado em Juiz de Fora (MG), há mais de 1 mil quilômetros de distância, como revelou a Coluna do Estadão.  Segundo uma investigação interna, o registro foi fruto de um erro de uma recepcionista, que foi verificar se o agressor  já teria estado no Congresso anteriormente.

“Como o caso teve grande repercussão na mídia, o funcionário quis fazer essa busca, mas acabou registrando o nome de Adélio no sistema 4 horas depois do fato”, afirmou ao Estadão o diretor da Polícia Legislativa, Paul Pierre Deeter.


VOLTAR PARA O ESTADÃO