22.11.2018 | 07h18

A reação dos evangélicos na educação

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, negou que ele seria indicado para o cargo. O Instituto Ayrton Senna, do qual ele é diretor, também. Mas, por trás da negativas oficiais, o fator decisivo para Mozart Neves Santos não ser confirmado como ministro da Educação de Bolsonaro, segundo o Estadão, foi a forte reação da bancada evangélica ao seu nome.

De acordo com integrantes da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso, que defendem projetos como o Escola Sem Partido, Mozart Santos, ex-secretário da Educação de Pernambuco e ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, não teria “afinidade ideológica” com o novo governo. / J.F.


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