12.03.2019 | 08h09

À procura de inimigos imaginários

Em sua coluna no Estadão nesta terça-feira, Eliane Cantanhêde escreve sobre a necessidade de uma ala do governo, ligada ao ideólogo Olavo de Carvalho, de escolher inimigos imaginários a todo momento para manter influência no governo de Jair Bolsonaro e atiçar as tropas virtuais. Lembra episódios recentes de confusões provocadas por “olavettes” no Ministério da Educação e no Itamaraty, duas pastas estratégicas. “O mais incrível, porém, é como essa besteirada consome a energia e o tempo do presidente da República, tendo de arbitrar ora em favor de Olavo de Carvalho e seus seguidores, que vivem criando tumultos desnecessários e falsas crises, ora em favor de Mourão e os ministros militares, que não criam confusão e ainda têm de consertar o tempo todo as confusões geradas pelos “olavetes” e pelo próprio Bolsonaro”, escreve.


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