25.11.2018 | 12h14

A Opinião do Estadão: Resposta rápida

“O governo federal foi ágil na adoção de medidas para mitigar os efeitos causados pelo rompimento unilateral, por parte de Cuba, do programa Mais Médicos. Como se sabe, o governo de Havana determinou o retorno imediato de cerca de 8 mil médicos cubanos que trabalham no Brasil. A decisão foi tomada em reação às declarações dadas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, consideradas “ameaçadoras e depreciativas”, que indicavam uma eventual revisão dos termos do programa a partir de sua posse, em janeiro.”

Trecho de editorial do Estadão deste domingo, 25.


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