13.10.2018 | 13h23

A não-carta de Haddad

Em sua coluna deste sábado, Demétrio Magnoli redige o que seria uma carta sincera de Fernando Haddad aos eleitores, reconhecendo os crimes do PT e outros desacertos de seus governos. “A disputa não é entre dois extremistas simétricos. Hoje, só há um extremista: meu adversário, que usa a democracia como plataforma para iniciar uma aventura autoritária. Derrotá-lo não é escolher o PT, mas escolher a democracia”, diz Magnoli no texto que gostaria de ver consignado por Haddad –mas que a retórica petista do golpe, da negativa dos crimes de Lula e outros pontos nunca permitirá.


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