15.08.2018 | 13h19

A lógica dos superministérios

Não é inédito um candidato à Presidência anunciar o plano de fundir pastas concentrando várias áreas afins num lugar só. Aécio Neves prometeu fazer isso na campanha passada e Michel Temer colocou o Ministério da Previdência debaixo do guarda-chuva da Fazenda.

A coisa mais clara na proposta anunciada agora por Jair Bolsonaro é que o superministério que pretende criar, se for eleito, dará força imensa para Paulo Guedes, que deverá concentrar toda a condução na economia em caso de vitória do capitão. Não é o caso de evitar ruído, como diz Bolsonaro. É concentração de poder mesmo. Se for eleito, Bolsonaro terá um superministro quase do seu tamanho. /M.M.


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