17.04.2018 | 09h25

A impunidade nas costas do povo

A impunidade no Brasil costuma seguir um ciclo e, assim como na escultura A sobrevivência dos opulentos, de Jens Galschiot, quem carrega o peso de suas consequências é o povo, analisa Gil Castello Branco em texto no Globo.

Para o economista, vivemos “a Justiça dos privilégios, do foro Supremo, dos recursos infinitos, das prescrições e da impunidade”.


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