30.08.2018 | 13h58

A hora e a vez da ‘extrema-direita’

A professora Maria Hermínia Tavares de Almeida faz uma breve análise, na Folha, da ascensão da extrema-direita na preferência do eleitorado nestas eleições. “A cultura política da transição democrática, expressa na Carta, demarcou um terreno comum em que a disputa eleitoral, a partir de 1994, opôs as coalizões de centro-direita e de centro-esquerda, ambas comprometidas com o reformismo social e, depois do Plano Real, com a estabilidade da moeda”, escreve. Hoje, essa convergência de agenda não existe, abrindo espaço para os direitistas.


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