20.11.2018 | 13h31

A hora dos profissionais

Em todas as eleições para o comando da Câmara e do Senado acontece a mesma coisa. Uma baciada de candidatos se apresenta para a disputa. A maioria representa apenas um pequeno grupo ou a si próprio. Sabem que não têm chance mas querem, na verdade, se cacifar para obter algum acordo vantajoso em troca do apoio. Exemplo: presidir uma comissão técnica, ganhar uma relatoria de projeto importante, ocupar um lugar na mesa diretora, etc.

Até o dia da votação, em fevereiro, mais gere vai se lançar na disputa e mais gente vai desaparecer, num processo que se eternizou no Congresso. Mas, na hora da articulação política, nomes experientes deverão prevalecer na disputa justamente por saberem como agregar as forças necessárias para vencer. /M.M.


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