08.04.2018 | 07h17

A hora das instituições

A contestação da condenação e da ordem de prisão de Lula dada por Sérgio Moro e a tentativa de vilanizar o juiz fazem “parte da narrativa petista de vitimização de um condenado por crimes comuns do colarinho-branco. A saber: corrupção passiva e lavagem de dinheiro”, escreve Vera Magalhães em sua coluna no Estadão. “Não há prisão arbitrária por parte de Moro”, conta.

“Esses crimes foram apurados por policiais federais, a partir de perícias, depoimentos, colaborações judiciais, buscas e apreensões. Foram ouvidas inúmeras testemunhas. O Ministério Público ofereceu denúncia. A Justiça (e não só Moro) condenou”, diz. “A defesa só não recorreu ao Papa, pois até a ONU foi acionada, no melhor estilo Odorico Paraguaçu de teatro mambembe. Como se falar em supressão de direitos diante deste quadro?”

 


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