30.10.2018 | 07h47

A diplomacia sob Bolsonaro

Uma vez eleito, Jair Bolsonaro vai exercitando sua nova diplomacia. No front interno, dá sinais de que sabe ouvir e pode recuar. No externo, sinaliza qual será o eixo de sua política ao definir os três primeiros países que visitará: Chile, Estados Unidos e Israel. Eliane Cantanhêde disseca esse aspecto em sua coluna no Estadão. “Com Bolsonaro e Trump, os dois países devem aprofundar acordos nas áreas de agricultura e saúde, por exemplo, mas especialmente na área militar, na segurança pública e na proteção de fronteiras, inclusive ampliando as trocas de informações e de experiência entre a inteligência dos dois países contra tráfico de drogas, armas e até pessoas.”


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