11.07.2018 | 19h04

A ‘desmoralização’ do Estado de Direito

Em artigo publicado no Estadão nesta quarta-feira, 11, o jornalista José Nêumanne diz que a tentativa de três parlamentares do PT de libertar Lula, com a cumplicidade de um desembargador federal, “explicita a desmoralização do nosso Estado de Direito”.  “Recentemente, o ministro (Celso de) Mello (do STF) soltou traficantes condenados em segunda instância com a mesma desfaçatez com que Gilmar concedeu habeas corpus a clientes da banca da mulher. E Toffoli devolveu o ex-chefe Dirceu ao doce lar”, diz.

“Atribui-se a esse duas vezes apenado o planejamento da molecagem do desembargador Rogério Favreto, mandando soltar o mais famoso presidiário do Brasil. Como Toffoli, Favreto serviu a Dirceu. Quando setembro vier, Toffoli, que como Favreto nunca foi juiz, será presidente do STF e terá à mão o martelo para retirar Lula da cadeia. Ingênuo será pensar que ele seria menos cínico que Favreto.” / J.F.


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