11.10.2018 | 13h00

A briga pelo Senado (1)

Antes do tsunami causado pelas urnas, havia uma espécie de acordo pré-definido no Senado. Romero Jucá seria o sucessor de Eunício Oliveira à frente da Casa. Nem Jucá, nem Eunício foram eleitos. O MDB também foi reduzido a uma bancada de apenas 12 senadores e o acordo existente derreteu. E, claro, terreno no Senado já está fértil para as negociações.

O MDB quer continuar controlando o Senado, mas seu desgaste político é grande a ponto de nenhum dos dois candidatos ao Planalto, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, demonstrar disposição de apoiar um nome da legenda. Reeleito, Renan Calheiros (MDB) sonha em voltar ao cargo, mas existe resistência ao seu nome. Mas, se Fernando Haddad for eleito, a tendência é que Renan receba as bençãos do PT para ocupar o posto. /M.M.

 


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