20.11.2018 | 07h20

A aposta na competição para barrar a corrupção

Anunciado ontem como futuro presidente da Petrobras, o economista Roberto Castello Branco aposta que quanto mais competição a estatal tiver, mais fácil será evitar a repetição de escândalos que marcaram a trajetória recente da estatal. Em entrevista ao Estadão, Castello diz que, “além das medidas de compliance, a competição é o melhor remédio contra corrupção”.

“A corrupção tem oportunidade de se manifestar onde há monopólios, onde a escolha não é por mérito, nos centros das conexões políticas pelos favores. Para a Petrobrás, a competição será um antídoto permanente contra esse tipo de coisa. A sociedade não tolera mais (corrupção)”, afirmou Castello, garantindo que ” privatizar a Petrobras, neste momento, não está em discussão”, embora possa estudar a venda de ativos da empresa.

 

 

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