28.10.2018 | 15h04

A aposta de França

Visto como um “ilustre desconhecido” no início da campanha e considerado um nanico, mesmo após governar o Estado de São Paulo por cinco meses, o candidato à reeleição, Márcio França (PSB), chegou ao segundo turno e, na última pesquisa Ibope apareceu numericamente empatado com o adversário João Doria (PSDB).

Com partidos dos dois espectros políticos ao seu lado, França tentou se mostrar como político que pode “ajudar a unir o Brasil a partir de São Paulo” e apostou na “fadiga tucana” durante a campanha, informou o Estadão.


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