22.10.2018 | 13h11

Pós-missa de sétimo dia

“Diante de nós, sobra a missa de sétimo dia: um esforço para desvendar como chegamos ao ponto de eleger o candidato que cultua o sistema anterior à Nova República — isto é, a ditadura militar”, escreveu Demétrio Magnoli no Globo.

Para o colunista, o segundo turno será a nossa missa de sétimo dia e só depois dele é que poderemos saber se Bolsonaro será mais parecido com Donald Trump, Rodrigo Duterte ou nenhum dos dois.


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