19.10.2018 | 10h34

Realidades em choque

“Na campanha do primeiro turno, o PT fez o que pôde para poupar o capitão. Concentrou seus ataques nos candidatos de centro. E deixou mais do que claro que preferia ter Bolsonaro como adversário no segundo turno. Acalentava a ideia de que as forças políticas de centro não teriam alternativa a não ser lhe dar apoio”, escreveu Rogério Furquim Werneck no Estadão.

Para o colunista, o partido não conseguiu perceber o grandíssimo sentimento antipetista no segundo turno e, durante o primeiro turno, fez de tudo para exacerbá-lo.


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