18.03.2018 | 16h09

O ‘feitiço de Lula’, ou como os políticos condenados mantêm o fã-clube

O que explica o “feitiço de Lula”? Como um político condenado em duas instâncias mantém uma legião de apoiadores fiéis e indiferente aos indícios de irregularidades e crimes e disposta a votar nele apesar das circunstâncias? Em artigo publicado neste domingo na Ilustríssima, da Folha, Carlos Pereira, doutor em ciência política e professor da FGV, discorre sobre o tema.

Para ele, “a psicologia política tem oferecido ferramentas complementares para explicar o aparente paradoxo da existência de políticos que são, ao mesmo tempo, corruptos e populares” Haveria dois mecanismos principais a explicar o fenômeno: uma resistência a admitir que alguém que admitimos cometeu ilícitos, e o outro é um cálculo de custo-benefício em que você admite certa dose de corrupção de alguém a quem admira.

 


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