16.05.2018 | 11h24

Recuperação pós-corrupção

“O País ainda vive os tremores secundários do grande terremoto na economia provocado pelos casos de corrupção. Empreiteiras estão reduzidas a uma fração do que eram e os negócios nos quais estão correm perigo”, escreve Míriam Leitão em coluna no jornal O Globo.

Enquanto a Odebrecht perdeu por volta de 100 mil funcionários, além de projetos e muito dinheiro, UTC, OAS e Andrade Gutierrez também sentem o baque dos prejuízos da corrupção. Antes que os procedimentos mudem, as construtoras terão que sobreviver à turbulência, analisa a colunista.


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